Comodismo e a inércia de sempre achar que está bom.

Ao lado de COMODORO o COMODISMO reina.

Na era dos “Ismos”, o comodismo é mais um e um abismo sem fim.

Quando parei para ler um pouco sobre a inércia do comodismo, descobri que uma das definições para tal, é: atitude de quem evita trabalhos, esforços ou dificuldades. Veja bem, se acomodar é uma atitude, quem diria.

Nossa cidade pena por isso há tempos. Desde quando pequenos grupos se reuniram para quebrar paradigmas, porém, ‘quebraram as pernas’ tentando elevar algo ou alguns que se sentem bem melhor no comodismo de apenas reclamar, usando sempre a mesma frase: “Vilhena não tem nada para fazer”.

Pequenos grupos surgem por aqui de tempos em tempos. Carregando sempre a maldição do “não vai dar certo”, “logo passa”, “vamos ver até quando”.

Existe egoísmo aos montes por aqui. Daqueles que impedem de se agrupar por algo maior. Daqueles que barram qualquer atitude alheia em prol do bem de todos. Um egoísmo tão burro, que é sempre demolidor de pequenos sonhos. É necessário que sejamos mais ativos, que pensemos mais no que deixar para os outros, do que naquilo que imaginamos que iremos levar conosco.

O comodismo cega, trava, fecha espaço dos outros, peca sem saber das consequências.

É hora de tomarmos POSSE do que está aí. Da cultura que muitos não conseguem ver. De cultuar os meninos e meninas que logo estarão ansiosos pela história. Digo ‘cultuar’ no sentido dúbio da palavra. Levar cultura à eles.

Esse é o começo de algo forte, verdadeiro, intenso e cheio de esperança.

Toda POSSE será em prol CULTURAL!

 

Texto: Luh Coelho, jornalista e pai de umas crianças lindas.

*Equipe Posse Cultural

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